MIT divulga estudo que apresenta remédios que podem ser efetivos para a cura do Alzheimer

Reading Time: 2 minutesA pesquisa com medicamentos já aprovados para uso humano revela resultados esperançosos Os neurocientistas do  Instituto Picower de Aprendizagem e Memória, do The Massachusetts Institute of Technology (MIT), ao desenvolver um modelo da barreira hematoencefálica humana (BBB),  obtiveram descobertas importantes em suas pesquisar visando a cura do Alzheimer. Os pesquisadores identificaram de que forma o

Por: admin
Atualizado em: 05/08/2020
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A pesquisa com medicamentos já aprovados para uso humano revela resultados esperançosos

Os neurocientistas do  Instituto Picower de Aprendizagem e Memória, do The Massachusetts Institute of Technology (MIT), ao desenvolver um modelo da barreira hematoencefálica humana (BBB),  obtiveram descobertas importantes em suas pesquisar visando a cura do Alzheimer.

Os pesquisadores identificaram de que forma o gene mais comum da doença de Alzheimer faz com que as placas de proteínas amilóides atrapalhem a vasculatura do cérebro. Isso possibilitou a seleção de medicamentos já aprovados para uso humano.

Relação entre a variante APOE4 e a doença de Alzheimer

Cerca de 25% das pessoas têm a variante APOE4 do gene APOE. Essa característica faz com que elas tenham maior propensão a desenvolver o Alzheimer. Além disso, a maioria das pessoas que têm essa doença sofre de angiopatia amilóide cerebral.

O APOE faz com que as proteínas amilóides se agrupem com mais intensidade em casos de Alzheimer. A boa notícia é que já existem medicamentos para esse controle. Alguns deles são usados ​​para fortalecer o sistema imunológico após um transplante.

imagem de uma enfermeira com as mãos sobre os ombros de uma senhora de idade sentada em uma cadeira

Avanços nas pesquisas para o tratamento do Alzheimer

Os pesquisadores  do MIT, ao administrarem ciclosporina A e FK506  aos BBBs cultivados em laboratório com a variante APOE4, identificaram o acúmulo de menor quantidade de amilóide em comparação aos não tratados.

Em outras palavras, o teste com ciclosporina A e a FK506 identificou a redução da atividade da expressão de APOE e o acúmulo de amilóide. É importante mencionar que esses medicamentos  geram efeitos colaterais significativos.

 Blanchard e Tsai, que fazem parte da equipe de pesquisa, sinalizaram, portanto, que o resultados da pesquisa podem não sugerir  a exatidão desses medicamentos para tratar os CAA em pacientes.

Eles reforçam que ainda é preciso investigar a respeito da criação de drogas mais potentes e que oferecem  menos efeitos colaterais.

Apesar de não ser conclusiva, essa pesquisa é recebida com esperança por muitas famílias que convivem com pessoas que sofrem da doença. Isso significa que estamos cada vez mais próximos do tratamento e de encontrar a cura do Alzheimer.

 

 

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