Helton Freitas propõe integração do cooperativismo no mercado de seguros

Reading Time: 2 minutes“E se tivéssemos a ‘CoopSeguros’ como marca única do cooperativismo de seguros no Brasil?” Essa foi a provocação feita por Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed, durante reunião do Conselho Especializado das Cooperativas de Crédito (CECO), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), na última quarta-feira (09). “Com sua expertise de 35 anos de atuação e

Por: admin
Atualizado em: 14/04/2025
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“E se tivéssemos a ‘CoopSeguros’ como marca única do cooperativismo de seguros no Brasil?” Essa foi a provocação feita por Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed, durante reunião do Conselho Especializado das Cooperativas de Crédito (CECO), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), na última quarta-feira (09).

“Com sua expertise de 35 anos de atuação e seu DNA cooperativista, a Seguros Unimed pode liderar esse movimento que surgiu com a sanção a Lei Complementar 213/2025. Esse modelo de negócio, pautado pela solidariedade e pela gestão democrática, pode ser estendido ao universo dos seguros com grande potencial de impacto”, disse.

Transformação

Para Freitas, as cooperativas de seguros podem mudar a forma como o brasileiro compreende e se relaciona com a segurança financeira, graças aos princípios do cooperativismo, que são focados no bem-estar coletivo. Destacou, ainda, o papel transformador que elas podem desempenhar no segmento.

“Com seus pilares de intercooperação e gestão democrática, o cooperativismo pode oferecer soluções de seguros que atendam às necessidades da população de forma eficaz e inclusiva, ampliando o acesso de proteção à vida e ao patrimônio a um número maior de famílias”, enfatizou o presidente da Seguros Unimed.

Marca unificada

Na ocasião,ele apresentou dados globais da Federação Internacional das Cooperativas e Mútuas de Seguros (ICMIF): as seguradoras cooperativas e mútuas representaram coletivamente US$ 10 trilhões em ativos, geraram 1,2 milhão de empregos e atenderam 880 milhões de pessoas — entre sócios, associados e segurados.

“E mais de 26% das cooperativas no mundo atuam no mercado de seguros. Todos esses números reforçam o peso estratégico das cooperativas no cenário mundial”, afirmou, ao relembrar a trajetória de consolidação das cooperativas de crédito, que se organizaram nacionalmente sob marcas como Sicoob e Sicredi.

“As cooperativas de crédito criaram seus bancos. E se tivéssemos a ‘CoopSeguros’ como marca única do cooperativismo de seguros no Brasil?”, questionou. “A proposta vai além de um simples reposicionamento. Trata-se de reconhecer a vocação do cooperativismo para oferecer soluções no mercado de seguros”, finalizou.

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